FAQs

A Grande Rota do Vale do Côa está sinalizada?
Sim, em toda sua extensão (excepto ao longo dos desvios complementares de visita a aldeias e pontos de interesse, para os quais existe apenas a indicação à entrada do desvio). Consulte a secção sobre as marcações para conhecer como estão feitas.

É possível percorrer o trilho sem material de apoio (mapas, GPS)?
A GRVC está assinalada com sinais intuitivos e bem visíveis no terreno, para que qualquer utilizador possa percorrer os trilhos por iniciativa própria. No entanto, recomendamos a utilização de material de apoio - fichas de etapa, ficheiros .kml e .gpx -, disponível na secção de downloads.

Se não desejar percorrer a GRVC por meios próprios, existem serviços de apoio logístico disponíveis?
Consulte a informação relativa a serviços na secção Preparar-se para a Grande Rota.

Qual a época do ano aconselhada para percorrer a GRVC?
A primavera (abril-junho) e o outono (setembro-novembro) são as estações com a temperatura mais amena. A ser esse o critério, são as épocas recomendadas. No verão, conte com temperaturas acima dos 30ºC e elevada secura, e tenha o máximo cuidado em assegurar o seu resguardo do calor e exposição solar extremos a meio do dia (11h-16h). No inverno, conte com temperaturas abaixo dos 5ºC e tenha o máximo cuidado em assegurar o seu resguardo do frio extremo no período nocturno.
Nas épocas de maior caudal dos cursos de água (outono, inverno e primavera), algumas das travessias ribeirinhas poderão estar alagadas, o que exigirá maiores esforços de passagem (tenha atenção que os riscos assumidos são da sua inteira responsabilidade). Nalguns períodos críticos (meses mais chuvosos), essas travessias poderão estar totalmente submersas, o que impossibilita a sua travessia. Antes de partir para a GRVC, consulte as últimas notícias para obter informação actualizada sobre o estado das travessias. Caso se depare com uma travessia impossível, contacte a Associação Transumância e Natureza (entidade gestora da GRVC), através do 271 311 202, para obter apoio.

Quantos dias são necessários para percorrer toda a GRVC?
Dependendo da experiência e condição física do utilizador, é possível percorrer toda a rota a pé em 11 a 15 dias, de btt de 3 a 5 dias, e de cavalo de 6 a 8 dias. Na secção Percorrer o Vale do Côa encontra sugestões de etapas para 3 modalidades (pedestre, BTT e equestre), para que possa planear o percurso, podendo fazer a Grande Rota de uma só vez ou em partes.

É possível fazer a GRVC parcialmente?
Sim, é possível seleccionar diversos pontos de início ao longo da rota, dependendo do interesse e disponibilidade de cada utilizador. Na secção Percorrer o Vale do Côa poderá encontrar sugestões de etapas para as 3 modalidades (pé, BTT e equestre), com os respectivos materiais de apoio. Dado que a GRVC é um percurso linear, os pontos de partida e chegada são em locais diferentes. Existem apenas 2 troços circulares com marcação, designadamente em Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo, que permitem ao utilizador voltar ao ponto de partida servindo-se de um caminho diferente.

Qual o valor estimado de gastos por dia ao longo da GRVC?
Tudo depende de como planear a sua viagem, em transporte, alimentação e alojamento. A título indicativo, o valor médio do custo por pessoa de uma refeição em restaurante nesta região é de 7/8€. O valor médio do custo por pessoa em alojamento de turismo rural é de 20€ (recordamos que não há alojamentos turísticos em todas as etapas; como alternativa, sugerimos soluções de alojamento informal, apresentadas nas fichas de etapas).

Preciso de autorizações para caminhar ao longo da GRVC?
Não. A maior parte dos troços da GRVC são feitos de caminhos de acesso público. Nalguns pontos, a GRVC atravessa propriedades privadas por acordo dos seus proprietários. Isto significa que todos os proprietários estão informados sobre o GRVC e contam com a passagem de visitantes no âmbito da GRVC. Isto significa que poderá fazer toda a extensão da GRVC mediante o cumprimento das regras e recomendações definidas. Quanto à travessia de propriedades, respeite a propriedade privada e certifique-se que deixa os portões fechados.

É possível acampar ao longo da GRVC?
Não. O campismo selvagem não é permitido. Poderá recorrer a serviços turísticos que incluam pernoitar em modo de campismo em locais onde estão autorizados para tal. Poderá consultar a secção de parceiros para conhecer a oferta de serviços turísticos disponível. Poderá acampar na Reserva da Faia Brava mediante inscrição como sócio e solicitação prévia para tal.

Existem WCs?
Não. Poderá pedir para ir à casa de banho nos cafés e restaurantes das localidades por onde passar. Antes de percorrer a rota, informe-se sobre que estabelecimentos irá encontrar no seu caminho, consultando as fichas de etapas ou o mapa interactivo.

Existe rede móvel ao longo de toda a GRVC?
Na maior parte da extensão da rota, sim. No entanto, nalgumas das zonas de vale mais profundo a rede poderá falhar.

Posso levar o meu cão?
É livre de o fazer, no entanto não o recomendamos dada a larga presença de cães-de-guarda e cães-pastor nas zonas agrícolas da região. Se trouxer o seu cão, recomendamos o uso permanente de trela, por respeito a outros caminhantes e sobretudo aos habitantes locais, e ainda para controlar melhor situações de confronto com outros cães com que se depare. Devido à circunstância acima referida, tenha especial atenção na aproximação a zonas de pastagem onde poderá haver cães-de-guarda ou cães-pastor que reagam mal à presença de outro cão. Estes cães poderão ladrar bastante e aproximar-se, mas têm apenas a intenção de o manter afastado do rebanho que protegem. Não mostre medo, mantenha o seu cão junto a si e prossiga a marcha calmamente. Caso sinta perigo, pode segurar uma pedra ou um pau para os afugentar (sem ameaçar ou atacar).

Que perigos existem ao longo GRVC (animais, zonas escarpadas)?
Poderá haver situações de perigo relacionadas com o piso dos caminhos a percorrer, nomeadamente troços de acentuado declive e piso molhado e escorregadio.
Existem travessias de ribeiras sem protecção lateral. Nas épocas de maior caudal (outono, inverno e primavera), algumas dessas travessias poderão estar alagadas, o que exigirá maiores esforços de passagem (tenha atenção que os riscos assumidos são da sua inteira responsabilidade). Nalguns períodos críticos (meses mais chuvosos), essas travessias poderão estar totalmente submersas, o que impossibilita a sua travessia. Antes de partir para a GRVC, consulte as últimas notícias para obter informação actualizada sobre o estado das travessias. Caso se depare com uma travessia impossível, contacte a Associação Transumância e Natureza (entidade gestora da GRVC), através do 271 311 202, para obter apoio.
Poderá passar por rebanhos com cães de guarda que reagirão à sua presença. Estes cães poderão ladrar bastante e aproximar-se, mas têm apenas a intenção de o manter afastado do rebanho que protegem. Não mostre medo e prossiga a marcha calmamente. Caso sinta perigo, pode segurar uma pedra ou um pau para os afugentar (sem ameaçar ou atacar).

O que fazer em caso de emergência?
Ligue de imediato para o 112 e descreva a ocorrência e o local onde se encontra. Em caso de incêndio, ligue para o 117.

Existem serviços disponíveis para caminhadas organizadas?
Sim. Poderá consultar a secção de parceiros para conhecer a oferta disponível.




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