Checklist GR45

Marcações

  • Cores Utilizadas
  • Sobreposição com Outras Rotas
  • Conselhos
  • Código de Conduta

As cores utilizadas são o branco e vermelho e a sinalização encontra-se pintada em elementos naturais ao longo do caminho, e em postes de direcção.

Vai também encontrar placas informativas/descritivas e placas de desvio, que contemplam desvios para aldeias, pontos de interesse, ou rotas específicas para ciclistas e cavaleiros. Estes desvios apenas estão assinalados com flechas de desvio nas suas extremidades, que também indicam a distância total do desvio. Ao longo dos seus troços não encontrará a marcação da GR.

 

Sinalizações da GR, pintadas e postes direccionais.

 

Placa de desvio; placa informativa/descritiva dos pontos de interesse.

Existem locais de sobreposição com pequenas rotas (PR) e rotas BTT, nomeadamente no Sabugal e Vila Nova de Foz Côa. As marcas de Pequena Rota distinguem-se por utilizar a cor amarela em substituição da branca. Nesses locais é possível encontrar marcações que indicam a sobreposição das duas rotas. Esteja especialmente atento nos locais em que as duas rotas se afastam uma da outra.

Marcas em locais de sobreposição de rotas: a) caminho correcto, b) caminho errado; c) Grande Rota do Vale do Côa caminho correcto; pequena rota (a amarelo) virar à esquerda.

Existem também alguns pontos de cruzamento com a Grande Rota 22, GR das Aldeias Históricas de Portugal, que estão devidamente assinaladas com placas.

Apesar das marcações, deve levar sempre consigo um mapa em papel (disponível nas fichas de etapa) ou num dispositivo móvel (download aqui) e ter especial atenção no ponto em que as duas rotas se afastam, uma vez que as marcações são iguais às da GRVC.

No caso de identificar locais com ausência de marcas ou sinalização vandalizada, informe por favor, a entidade gestora, através do email info@granderotadocoa.pt.

(fotografias de Ricardo Nabais e de Alice Gama)

Evite andar sozinho. Avise sempre alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso.
Utilize sempre botas de montanha, roupa impermeável, chapéu e um mapa do trilho consigo.

Evite caminhar em dias de chuva, trovoadas e nevoeiros. Há muitos locais escorregadios, com piso irregular, e travessias de ribeiras e zonas alagadiças. Consulte a página de internet da rota para informação actualizada.
Em dias de mau tempo, o acesso a partes do percurso poderá estar condicionado.

Durante o período crítico de incêndios florestais (julho-outubro), em dias de risco elevado ou máximo, o acesso a partes do percurso poderá estar condicionado. Consulte a página de internet da rota para informação actualizada.

CONSULTE O CÓDIGO DE CONDUTA DA GRANDE ROTA.

Haverá locais onde terá de atravessar portões, respeite a propriedade privada e certifique-se que deixa os portões fechados.
Existem locais onde a Grande Rota de cruza com outras rotas. Tenha especial atenção às marcações quando atravessar esses locais. LEIA MAIS SOBRE MARCAÇÃO.

ALOJAMENTO
Deverá marcar antecipadamente alojamento.
Nalgumas localidades não existem alojamentos organizados, mas poderá pernoitar numa infra-estrutura da Junta de Freguesia local (escolas primárias, salões e camaratas). Algumas destas não possuem água quente e deverá levar o seu saco-cama e colchonete. Contacte previamente o responsável em cada localidade para marcar e obter mais informação sobre as condições da infra-estrutura - os contactos estão disponíveis  nas fichas de descrição de cada etapa.

Existem alojamentos que oferecem serviço de transfer. Poderá encontrar informação no inicio da página.

O campismo selvagem é proibido. Acampe apenas em locais autorizados.

ABASTECIMENTO
Nalgumas etapas não existem mercearias. Certifique que se abastece nas povoações anteriores.
Nos casos em que apenas existem cafés, contacte-os se necessitar de refeições ou outros mantimentos.
Poderá utilizar um táxi, cada ficha de etapa tem a indicação da praça de táxis mais próxima.

ÁGUA
Leve sempre água, contando com longas distâncias sem acesso a água potável.
As fontes das povoações não são controladas.

NÃO DEIXE MARCAS
Deixe a Natureza intacta. Evite fazer ruído.
Não existem contentores de lixo, ou serviços de recolha, ao longo do trilho, por isso leve consigo todo o lixo, orgânico ou inorgânico, que produzir.
Se fumar, guarde e leve consigo as beatas do cigarro.
Tenha em conta que em Portugal é proibido fumar em áreas florestais.
Não contamine os cursos de água e charcas e use sempre produtos de higiene e detergentes biodegradáveis.
Cheire as plantas mas não as leve consigo. Não recolha animais ou rochas e evite aproximar-se de ninhos. Não alimente a fauna silvestre ou o gado.

TRILHO
>> Não saia do percurso marcado e sinalizado. Não se aproxime de precipícios. Preste atenção às marcações.
>> Existem zonas de cruzamento com outras rotas, tenha especial atenção nestas situações (assinaladas nos mapas nas fichas de etapas e nas versões kml. e gpx.)
>>
 Evite andar sozinho. Avise sempre alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. 

>> >> Utilize sempre botas de montanha, roupa impermeável, chapéu e leve um mapa do trilho consigo.
>>
 Não vandalize as marcas e postes de informação. Informe a entidade gestora sobre problemas de sinalização (info@granderotadocoa.pt).

ABASTECIMENTO
>> Leve sempre água e alimentos. Atenção, conte com longas distâncias sem acesso a água potável.  As fontes das povoações não são controladas
>> Em alguns locais não existem mercearias, pelo que poderá contactar o café local se necessitar de alguma refeição ou outros mantimentos (os contactos podem ser encontrados no Mapa Interactito).

CONDUTA
>> 
Deixe a Natureza intacta. Evite fazer ruído.
>> Não existem contentores de lixo, ou serviços de recolha, ao longo do trilho, por isso leve consigo todo o lixo que produzir.
>> Se fumar, guarde e leve consigo as beatas do cigarro.
>> Não contamine os cursos de água e charcas e use sempre detergentes e produtos de higiene biodegradáveis.
>> Não recolha plantas, animais ou rochas e não se aproxime de ninhos. Não alimenta a fauna silvestre ou o gado.
>> Respeite a propriedade privada. Feche portões e cancelas.
>> Cuidado com o gado. Não incomode os animais e mantenha uma distância de segurança (50 m).

PERCORRER
>> Consulte sempre a previsão meteorológica antes de usar a rota. Evite caminhar em dias de chuva, trovoadas e nevoeiros. >> Há muitos locais escorregadios, com piso irregular, e travessias de ribeiras e zonas alagadiças. Em dias de mau tempo, o acesso a partes do percurso poderá estar condicionado. Consulte a página de internet da rota para informação actualizada.
>> Durante o período crítico de incêndios florestais (julho-outubro), em dias de risco elevado ou máximo, o acesso a partes do percurso poderá estar condicionado. Consulte a página de internet da rota para informação actualizada. Por favor, não faça lume e tenha cuidado com os cigarros. Em caso de Incêndio peça ajuda através do número 112.
>> O campismo selvagem é proibido. Acampe apenas em locais autorizados.
>> O mesmo percurso pode ser utilizado por visitantes que se deslocam a pé, a cavalo, de bicicleta ou em veículos motorizados. Não coloque em perigo a sua segurança nem a dos outros.

Como Chegar

  • DE TRANSPORTES PÚBLICOS
  • DE CARRO

Lisboa - Fóios
Comboio (www.cp.pt) ou autocarro (www.citiexpress.eu; http://www.rede-expressos.pt/; http://www.rodonorte.pt/)
até à Guarda;
Autocarro até Sabugal
Autocarro até Fóios
www.viuvamonteiro.pt/expressos.html

Lisboa - Vila Nova de Foz Côa
Comboio (www.cp.pt) ou autocarro (www.citiexpress.eu) até à Guarda;
Autocarro até Vila Nova de Foz Côa (informação apenas
disponível na Central de Camionagem da Guarda)

Porto - Vila Nova de Foz Côa
Comboio (www.cp.pt) até ao Pocinho
Autocarro até VNFC (2ª a 6ª às 11h e às 19h20).

Porto - Fóios
Autocarro até à Guarda (www.citiexpress.euhttp://www.rede-expressos.pt/http://www.rodonorte.pt/)
Autocarro até Sabugal
Autocarro até Fóios
www.viuvamonteiro.pt/expressos.html

Lisboa - Fóios
Siga pela A1 Norte
Entre na A 23 Abrantes/Cast.Branco/Torres Novas
Saída 32 em direção ao Sabugal N 233
Do Sabugal em direção a Quadrazais/Vale Espinho/Fóios

Lisboa - Vila Nova de Foz Côa

Siga pela A1 Norte
Entre na A 23 Abrantes/Cast.Branco/Torres Novas
Siga pela A 25 Aveiro
Siga pela saída IP 2 até VNFC

Porto - Vila Nova de Foz Côa
Pela A 4 direção Vila Real
Siga pela saída IP 5
Entre no IP 2 até VNFC

Porto - Fóios
A1 até Albergaria a velha
Siga pela saída 16 direção A 25 Viseu
Siga pela saída 30 Guarda Sul, Portalegre
Siga pela saída 35 direção N 233 Sabugal
Do Sabugal em direção a Quadrazais/Vale Espinho/Fóios

Táxis e Transfers

ConcelhoLocalidadeNomeTelefone
SabugalSabugalPraça de Táxis do Sabugal+351 271 752 888
Taxista Chico+351 962 473 448 
Taxista Rui Martins+351 963 968 061 
Taxista Birra+351 964 064 759 
Taxista Teixeira+351 919 204 909 
Taxista Joela Coelho+351 966 116 600 
RendoTaxista Alice+351 968 255 533 
Vale das ÉguasTaxista Fernando Proença+351 967 634 682
MalcataTaxista Tomané+351 966 773 178 
RapoulaTaxista Benjamin+351 963 084 129 
QuadrazaisTó Lourenço+351 966 847 924 
AlmeidaAlmeidaPraça de Táxis de Almeida+351 271 221 863
FCRFCRTaxista Alberto+351 910 707 112
 Quintã
de Pêro Martins
Quinta de Pero Martins Turismo Rural+351 271 313 133/+351 963 136 043
PinhelPinhelTaxista Chico (Rocha Táxis, Lda)+351 967 027 915 
Taxista Amélia (Rocha Táxis, Lda)+351 968 701 131 
Taxista Vitor (Rocha Táxis, Lda)+351 969 082 616 
Taxista Carlos Vilar (Arnaldo Mendonça & Filhos, Lda)+351 962 500 868 
Taxista Fernando Cardoso (Arnaldo Mendonça & Filhos, Lda)+351 966 773 855 
Encostas do Côa Turismo Rural+351 271 411 132
VNFCVNFCPraça de Táxis de Vila Nova de Foz Côa+351 964 026 899 
Taxista Agostinho Almeida+351 964 026 899 
Taxista António Inteiro+351 962 673 910 
Taxista A. Félix (Boinas)+351 969 096 132 
Taxista Jorge Velho+351 966 031 301 
Taxista Jorge M. Carvalhal+351 966 347 192 

FAQS

As questões mais frequentes sobre a GR45

Sim, em toda sua extensão (excepto ao longo dos desvios complementares de visita a aldeias e pontos de interesse, para os quais existe apenas a indicação à entrada do desvio). Consulte a secção sobre as marcações para conhecer como estão feitas.

A GRVC está assinalada com sinais intuitivos e bem visíveis no terreno, para que qualquer utilizador possa percorrer os trilhos por iniciativa própria. No entanto, recomendamos a utilização de material de apoio – fichas de etapa, ficheiros .kml e .gpx -, disponível o início desta página.

Dependendo da experiência e condição física do utilizador, é possível percorrer toda a rota a pé em 11 a 15 dias, de btt de 3 a 5 dias. Nas páginas GR45 a Pé e GR45 BTT encontra sugestões de etapas para 3 modalidades (pedestre, BTT e equestre), para que possa planear o percurso, podendo fazer a Grande Rota de uma só vez ou em partes.

Sim, é possível seleccionar diversos pontos de início ao longo da rota, dependendo do interesse e disponibilidade de cada utilizador. Nas páginas GR45 a Pé e GR45 BTT poderá encontrar sugestões de etapas para as 2 modalidades (pé e BTT), com os respectivos materiais de apoio. Dado que a GRVC é um percurso linear, os pontos de partida e chegada são em locais diferentes. Existem apenas 2 troços circulares com marcação, designadamente em Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo, que permitem ao utilizador voltar ao ponto de partida servindo-se de um caminho diferente.

Tudo depende de como planear a sua viagem, em transporte, alimentação e alojamento. A título indicativo, o valor médio do custo por pessoa de uma refeição em restaurante nesta região é de 7/8€. O valor médio do custo por pessoa em alojamento de turismo rural é de 20€ (recordamos que não há alojamentos turísticos em todas as etapas; como alternativa, sugerimos soluções de alojamento informal, apresentadas nas fichas de etapas).

Não. A maior parte dos troços da GRVC são feitos de caminhos de acesso público. Nalguns pontos, a GRVC atravessa propriedades privadas por acordo dos seus proprietários. Isto significa que todos os proprietários estão informados sobre o GRVC e contam com a passagem de visitantes no âmbito da GRVC. Isto significa que poderá fazer toda a extensão da GRVC mediante o cumprimento das regras e recomendações definidas. Quanto à travessia de propriedades, respeite a propriedade privada e certifique-se que deixa os portões fechados.

Não. O campismo selvagem não é permitido. Poderá recorrer a serviços turísticos que incluam pernoitar em modo de campismo em locais onde estão autorizados para tal. Poderá consultar a secção de parceiros para conhecer a oferta de serviços turísticos disponível. Poderá acampar na Reserva da Faia Brava mediante inscrição como sócio e solicitação prévia para tal.

Não. Poderá pedir para ir à casa de banho nos cafés e restaurantes das localidades por onde passar. Antes de percorrer a rota, informe-se sobre que estabelecimentos irá encontrar no seu caminho, consultando as fichas de etapas.

Na maior parte da extensão da rota, sim. No entanto, nalgumas das zonas de vale mais profundo a rede poderá falhar.

É livre de o fazer, no entanto não o recomendamos dada a larga presença de cães-de-guarda e cães-pastor nas zonas agrícolas da região. Se trouxer o seu cão, recomendamos o uso permanente de trela, por respeito a outros caminhantes e sobretudo aos habitantes locais, e ainda para controlar melhor situações de confronto com outros cães com que se depare. Devido à circunstância acima referida, tenha especial atenção na aproximação a zonas de pastagem onde poderá haver cães-de-guarda ou cães-pastor que reagam mal à presença de outro cão. Estes cães poderão ladrar bastante e aproximar-se, mas têm apenas a intenção de o manter afastado do rebanho que protegem. Não mostre medo, mantenha o seu cão junto a si e prossiga a marcha calmamente. Caso sinta perigo, pode segurar uma pedra ou um pau para os afugentar (sem ameaçar ou atacar).

Poderá haver situações de perigo relacionadas com o piso dos caminhos a percorrer, nomeadamente troços de acentuado declive e piso molhado e escorregadio.
Existem travessias de ribeiras sem protecção lateral. Nas épocas de maior caudal (outono, inverno e primavera), algumas dessas travessias poderão estar alagadas, o que exigirá maiores esforços de passagem (tenha atenção que os riscos assumidos são da sua inteira responsabilidade). Nalguns períodos críticos (meses mais chuvosos), essas travessias poderão estar totalmente submersas, o que impossibilita a sua travessia. Antes de partir para a GRVC, consulte as últimas notícias para obter informação actualizada sobre o estado das travessias. Caso se depare com uma travessia impossível, contacte a Associação Transumância e Natureza (entidade gestora da GRVC), através do 271 311 202, para obter apoio.
Poderá passar por rebanhos com cães de guarda que reagirão à sua presença. Estes cães poderão ladrar bastante e aproximar-se, mas têm apenas a intenção de o manter afastado do rebanho que protegem. Não mostre medo e prossiga a marcha calmamente. Caso sinta perigo, pode segurar uma pedra ou um pau para os afugentar (sem ameaçar ou atacar).

Ligue de imediato para o 112 e descreva a ocorrência e o local onde se encontra. Em caso de incêndio, ligue para o 117.

Sim. Poderá consultar a secção de parceiros para conhecer a oferta disponível.

A primavera (abril-junho) e o outono (setembro-novembro) são as estações com a temperatura mais amena. A ser esse o critério, são as épocas recomendadas. No verão, conte com temperaturas acima dos 30ºC e elevada secura, e tenha o máximo cuidado em assegurar o seu resguardo do calor e exposição solar extremos a meio do dia (11h-16h). No inverno, conte com temperaturas abaixo dos 5ºC e tenha o máximo cuidado em assegurar o seu resguardo do frio extremo no período nocturno.
Nas épocas de maior caudal dos cursos de água (outono, inverno e primavera), algumas das travessias ribeirinhas poderão estar alagadas, o que exigirá maiores esforços de passagem (tenha atenção que os riscos assumidos são da sua inteira responsabilidade). Nalguns períodos críticos (meses mais chuvosos), essas travessias poderão estar totalmente submersas, o que impossibilita a sua travessia. Antes de partir para a GRVC, consulte as últimas notícias para obter informação atualizada sobre o estado das travessias. Caso se depare com uma travessia impossível, contacte a Associação Transumância e Natureza (entidade gestora da GRVC), através do 271 311 202, para obter apoio.

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